BONN JOZZA E O FORROZÃO PAINHO DE MAINHA NUM RITMO QUE TOCA OS SEUS FÃS


BONN JOZZA é forrozeiro Painho de Mainha. Um cara que veio de Alagoas de uma tal cidade chamada, Pariconha que é um município brasileiro do estado de Alagoas. Sua população estimada em 2004 era de 10.949 habitantes.


BONN JOZZA e o Forrozão Painho de Mainha num Ritmo que toca os seus fãs. Atualmente radicado no Rio de Janeiro à 15 anos; Bonn Jozza é Cantor,Compositor. Tem 3 CDs gravados Vol.01 com pisadinha,xote,forró e vaneirão,vol.02 em ritmo de arrocha com músicas próprias, vol.03 gravado ao vivo com repertório que Bonn Jozza toca nos shows.

Com nova formação "Bonn Jozza e companhia" trás o sonzão que contagia! Com uma participação no Programa do Ratinho no canal SBT.

DE ( BONN ) POR (  BONN JOZZA )?
Sou Bonn Jozza,cantor e compositor,sou natural de Pariconha, Alagoas e estou no Rio de Janeiro a mais de 20 anos.ainda não vivo da música como eu gostaria.trabalho de segunda a sexta-feira em um supermercado e as noites e finais de semanas quando sou contratado trabalho com a música que uma das minhas paixões.atualmente estou com um grupo musical composto por quatro integrantes:
Tecladista - Daniel Vieira, Guitarrista Alex Vieira, Vocalistas Bonn Jozza e Lili  Mel juntos formamos o FORROZÃO PAINHO DE MAINHA que toca nas noites cariocas e cidades circunvizinhas fazemos a alegria da galera com muito forró,arrocha e seresta.temos CDs gravados com músicas próprias e grandes sucessos atuais os quais também fazem parte do nosso repertório de shows.para contratar é só ligar:(21) 998501113/980329124 FBJ produções e (27) 999695398 Mara Show mil produções e eventos. Todos os contatos também com watsapp.


O QUE VOCÊ JULGA SER MAIS IMPORTANTE NA SUA ARTE? QUE SONHOS SUA ARTE PODE REALIZAR NA SUA VIDA?
Mostrar ao mundo minhas composições..Sonho de ser reconhecido nacionalmente.

COMO UM ARTISTA, QUAL SUA MAIOR DIFICULDADE NA SUA TRAJETÓRIA CULTURAL?
Dificuldade financeira para investir no meu trabalho.pois tiro do meu pequeno salário para investir no mínimo de divulgação.

COMO VOCÊ ENXERGA SUA CARREIRA NO FUTURO?
Se eu tiver oportunidade numa grande mídia,meu futuro seria brilhante!!

 QUAL A MÚSICA QUE DEVE SER SUCESSO NUM FUTURO PRÓXIMO?
Tenho várias,que eu apostaria nelas,más o sucesso de uma música ainda é um segredo.más com divulgação dar pra fazer de uma boa música um grande sucesso no futuro.

QUAL A IMPORTÂNCIA DE UM EMPRESÁRIO E ESCRITÓRIO NA CARREIRA DE UM ARTISTA?
Um empresário e um bom escritório é tudo na carreira de um artista hoje em dia,sem eles o artista não vai muito longe.mal aparece no seu próprio habitat.


QUAL O FATO OU PESSOA QUE TEVE MAIS INFLUÊNCIA NA SUA ATIVIDADE?
O fato que mais me influencia na minha atividade é que quando tenho oportunidade de mostrar meu trabalho,vejo que agrado,vejo que tenho quase tudo pra dar certo.

É DIFÍCIL SER ARTISTA NESTE PAÍS?
Sim. Principalmente quando não temos nenhum apoio e incentivo.

QUAL É A PRINCIPAL 'MANCADA' NO BRASIL, EM SE TRATANDO DE INCENTIVO AO ARTISTA?
É não dar oportunidade aos artistas sem recursos de mostrar o seu trabalho,.até gostam do trabalho, mas, se não tiver condições de investir não aparece.


CONTE UM POUCO SOBRE CARREIRA E ONDE DESEJA CHEGAR?
Minha trajetória é na base da força de vontade, trabalho de segunda a sexta-feira em comércio e com o pouco que ganho invisto na minha carreira artísticas tocando nas noites e finais de semana, cansativo mas a cada final de apresentação, fico feliz por atingir meu objetivo ao agradar o público e os contratantes.



QUAL A IMPORTÂNCIA DE FAZER PARTE DESSE PORTAL TRAJETÓRIA CULTURAL?
Acho importante,para que pessoas assim como eu, possam expor seus trabalhos,suas ideias numa mídia nacional gratuita.aqui posso aprender um pouco mais com outras pessoas que estão em busca de sonhos.por isso meu muito obrigado por permitir a divulgação dos meus trabalhos e ideais e de bônus me incentivam a continuar  na minha caminhada em busca das realizações dos meus sonhos.que Deus abençoe a todos.


Contatos para shows e vendas de CDs:
(21) 9850-1113 Bonn Jozza
(21)9895-8949 Ferreriinha

PÁGINA OFICIAL: BONN JOZZA
https://www.facebook.com/bonnjozza

PARTICIPAÇÃO NO PROGRAMA DO RATINHO
https://www.youtube.com/watch?v=fMFYqRS9w0s


Por Graciano Caseiro



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QUAL O PAPEL DOS TALENTOS NAS ARTES DA CULTURA REGIONAL


Qual tem sido o papel dos talentos desta terra chamada Zona Rural Carioca que tem na CULTURA, MEIO AMBIENTE E O SOCIAL uma nova oportunidade?
E o que temos feito pela comunidade ao qual vivemos, moramos e que nos rodeia? Estamos presenciando pessoas que tem um chamado para as artes, o “Talento de muitos têm se esfriado, por falta de incentivo”, e temos nos tornados insensíveis ao Clamor da Cultura local, ora, Campo Grande do Rio de Janeiro.
É diante desta grande realidade que, tive o privilégio de criar a União Regional dos Artistas do Rio da Prata, que denominei Movimento da Casa de Cultura do Rio da Prata, e nós amantes das artes e da cultura, poderemos estar lidando no dia a dia uma busca para conquistarmos nosso espaço, ao qual queremos trabalhar, mostrar que temos talentos nesta belíssima região verdejante que tem, agricultura orgânica familiar, além de um Polo Turístico, Gastronômico e Cultural do Rio da Prata,  aonde podemos criar situações para termos incentivos; e porque não, “ganhar uma visão” diferenciada da atual situação econômica que nem esta ai para a nossa cultura regional?
Numa visão que traga uma sensibilidade ao artista! Uma Conquista de uma CULTURA com descobertas criativa  chamados de Celeiros de Talentos das Artes e da Cultura  Regional.
Uma visão dos elementos fundamentais de um bairro carente de produções culturais, de uma casa da cultura, Teatro de Arena, aonde teremos um espaço cultural, social e do meio ambiente,  para grandes exposições culturais e artísticas com uma visão e conscientização do crescimento com missão, visão e vida mais saudável para os dias atuais. Assim como na comunicação, ao qual devemos falar divulgar e trazer público, criar os elementos fundamentais,           que podem interagir, realizar e conquistar  mudanças nas vidas da comunidade local e dos talentos regionais.


Por Graciano Caseiro

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A VOZ E VIOLÃO DO CANTOR YAGO ELOY CONQUISTANDO FÃS


YAGO ELOY é um músico e compositor que através do seu violão propõem uma linda melodia e gosta de coisas simples, apaixonado pela vida e pelas formas de vida.

Sua arte tem conquistado fãs por onde ele passa, e não foi diferente numa das edições da Festa do Caqui Rio da Prata, Yago Eloy toca de forma espontânea e busca transmitir através de seu talento, valorizar a sua letra e com melodias de forma simples, eficaz e eficiente.



Qualquer arte feita com verdade ela funciona, porque o artista tem no palco a realização da sua identidade cultural.  Se o artista colocar-se no lugar de alguém a música é a sua missão.

Yago Eloy sempre quis tocar as pessoas com algo que pudesse fazer. E como sempre gostou de música, cantava e tocava com seu violão, e através de sua  música alegrava vários corações.


DE YAGO POR YAGO ELOY?
Sou um cara que gosta de coisas simples, apaixonado pela vida e pelas formas de vida.


O QUE VOCÊ JULGA SER MAIS IMPORTANTE NA SUA ARTE COMO CANTOR E ARTISTA?
A coisa que mais prezo na minha arte é a verdade. Ser sincero é tudo. E as pessoas percebem quando você age naturalmente, de forma espontânea, e quando força uma barra. Então busco sempre transmitir o que eu sou, o que quero ser, sem omitir que eu também caio e erro, mas to aqui tentando.

COMO ARTISTA, QUAL SUA MAIOR DIFICULDADE NA SUA TRAJETÓRIA CULTURAL?
A maior dificuldade pra mim hoje é encontrar espaços que valorizem o artista que ta começando, onde possa haver o desenvolvimento da arte e a apreciação com um mínimo de qualidade. Aqui na Zona Oeste é uma luta muito grande pra chegar em um espaço desses.

COMO VOCÊ ENXERGA SUA CARREIRA E SEU PROJETO MUSICAL NUM FUTURO PRÓXIMO?
Num futuro próximo eu espero conseguir me apresentar de forma mais madura e mais natural possível nos espaços que me forem concedidos abertura. Ainda tenho algumas coisas pra dizer, tem inspiração pulsando e estou nesse caminho agora.

QUAL A ARTE QUE VOCÊ APOSTA, E QUE POSSA TER SUCESSO NUM FUTURO PRÓXIMO?
Qualquer arte feita com verdade vai funcionar. O Sucesso é relativo.


QUAL A IMPORTÂNCIA DE UM EMPRESÁRIO E ESCRITÓRIO NA CARREIRA DE UM ARTISTA?
Pode ajudar como também pode atrapalhar. O verdadeiro empresário é aquele que consegue visualizar mais do que um simples produto, mas a experiência, o desenvolvimento, a marca. Algo que não onere a criatividade e a essência do artista. Quanto ao escritório, com uma vasta agenda de shows é super necessário alguém que possa administrar, porque o artista tem o palco pra se preocupar e dividir a preocupação com contrato de evento, agenda, coisas mais burocráticas, é bem difícil.  

QUAL O FATO OU PESSOA QUE TEVE MAIS INFLUÊNCIA NA SUA ATIVIDADE ARTÍSTICA?
Alguns fatos, algumas pessoas. O incentivo de amigos pra que eu cantasse existia, meu contato com a oração me permitiu discernir aos poucos até tomar uma decisão. Mas talvez o fato de em 2016 eu sentir uma voz dizendo “vai lá e faz” me sustentou na decisão de começar a compor e cantar. Ver dentro do meu segmento outros artistas novos fazendo o que eu queria começar a fazer também me motivou bastante.

É DIFÍCIL SER ARTISTA NESTE PAÍS? AONDE À VERBA DA CULTURA É POUCA?
MUITO DIFÍCIL. O incentivo pra cultura aqui é muito pequeno e a valorização pra quem não está na “vitrine”, nos “holofotes” da mídia é bem pouca. Por isso que tem que ter muita certeza do que se quer, tem que tentar e saber que pode dar errado e principalmente tem que fazer com sinceridade, porque uma mentira não dura muito tempo.



QUAL É A PRINCIPAL 'MANCADA' NO BRASIL, EM SE TRATANDO DE INCENTIVO AO ARTISTA?
Acredito que a principal mancada é não promover a diversidade cultural que existe aqui. Infelizmente criou-se uma cultura aqui onde “coisas com conteúdo” não vendem e se não é rentável não é digno de promoção pra nossa classe política e empresarial.  Tem muita gente boa merecendo atenção, e eu acredito que é um momento de baixa pra arte vanguardista e até pra outras expressões mais populares. O buraco do funil ta menor, mas é preciso resistir. Uma hora muda o ciclo.

CONTE UM POUCO SOBRE SUA CARREIRA E AONDE DESEJA CHEGAR?
Se colocar no lugar de alguém que é estrangeiro a sua realidade.
Essa é a missão da minha música.
Eu sempre quis tocar as pessoas com algo que pudesse fazer. E como sempre gostei de música, cantava e tocava, queria fazer uma música pra pessoas que tivessem indo a um encontro de igreja pela primeira vez, que não tivessem a experiência e o background de caminhada. Algo que fosse compreensível a elas e que comunicasse ao mesmo tempo com fidelidade o evangelho.
Eu tento me colocar no lugar dessas pessoas que não tem a experiência com Jesus pra poder pensar em como gostaria que a música e a mensagem fosse transmitida, não que isso seja um desenraiza mento da fé, mas um dom que acredito ser dado pela graça de Deus. Essa não é uma tarefa simples e fácil e isso torna a missão real. É algo vivido, buscado e é preciso observar, ouvir e estar atento a docilidade do Espírito Santo.
Hoje eu através do reggae como estilo e de elementos da MPB busco levar nas minhas canções essas vivências, gravei um single chamado Mar Aberto, e esse ano vou gravar mais um single. O objetivo é lançar um EP em breve só com músicas autorais.

QUAL A IMPORTÂNCIA DE FAZER PARTE DESSE PORTAL TRAJETÓRIA CULTURAL PARA O ARTISTA?
Acho importantíssimo um espaço pra podermos falar com o público e com pessoas que não conhecem nosso trabalho, ou ainda que tem interesse pela cultura, no geral. Agradeço pelo convite, é sempre bom falar sobre que a gente faz.

https://www.facebook.com/yago.eloy


Por Graciano Caseiro

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Street art, arte das ruas, formação de platéia...

Diálogo de artista para artista, vamos conversar?


Sempre que penso em conversa me faz lembrar dia de domingo, quando ia para casa da minha falecida tia Lucia, era um momento único,

ver toda a família quase se reunindo, e não era filme, tempos bons que parece que não querem repetir.

Dialogar é preciso, mas somente quem entende a importância do diálogo sobreviverá a uma catástrofe que está anunciada, 

o mundo se tornará mais robotizado, sim agora a onda é do robô, os atendimentos são feitos por aplicativos, 

são práticos modernos, são rápidos e no fim são frios. Não significa que isto é ruim... mas pintemos o quadro.

O futuro da arte!

Imagine que daqui num futuro distante o artista de teatro apenas terá um celular em sua frente fará toda sua obra ali no palco, sem o calor, sem o riso, sem o improviso, 

e alguém em uma tela em alguma parte do mundo pagará por isto, e talvez este ator e atriz ou a trupe inteira estará ali apenas porque precisa pagar a conta do dia a dia...

Que quadro vazio esquisito, cinzento, mas precisamos conversar precisamos nos reinventar com tanto robôs, 

como pode tornar a arte acessivel no mundo fragilizado, modernizado mas fragilizado, a tecnologia é bem-vinda mas até qual ponto isto dará condições da pessoa ser tocada... de se emocionar.

Arte nas ruas gratís?


Precisamos contribuir e ao mesmo tempo reinventar como isto pode ser pago, afinal o pão gratis de cada dia é uma utopia! 

É preciso ver além  do dinheiro, é preciso ver a humanidade, é preciso se adaptar, mas é preciso adaptar o ser humano a sua humanidade, 

se não daqui a pouco seremos apenas, números, valeremos alguns centavos...

Dialogar significa falar muito, ouvir mais ainda, discutir, sorrir, chorar, ficar embravecido, ou ter nojo do que se constata, mas é um amplo diálogo, 

é uma forma de poder se achar como humano, a arte é uma linguagem que nos possibilita tocar o coração de outra pessoa, falar com sua emoção, fazer se sentir vivo, fazer parte da história de alguém.

Quando não dialogamos nos sentimos bem, e ao mesmo tempo triste, falamos tudo, mas não ouvimos o que os outros falam e se descordam ou concordam, 

bem, o efeito é sentido com o tempo, cada vez mais o interesse real por você é perdido e a nova onda do momento é avassalador!

Mais música nas ruas, mais artistas na praça, mais poesias no ônibus, mais samba no trem, utópico... talvez, mas e se... 

Levar arte as ruas, as casas, aos coretos e as praças puder fazer, alguém tirar o cinzento da sua vida estacionada entre trabalhar pra pagar conta, ganhar dinheiro, pagar e ganhar, pagar e ganhar... 

ok não existe almoço grátis, mas se as pessoas pudessem entender de forma prática que a arte é vital para saúde emocional dele, de forma simples... é uma doação que fazemos? 

Ou um investimento a médio longo prazo? Ahhh ok... não existe almoço grátis... quem pagará?



Seja no Rio de Janeiro ou num banco em uma cidade de Portugal


Lembro de ir a Portugal e em todas as vezes que me lembro eu tinha que está acompanhado do meu violão, ou um caderno, 

as vezes saia uma música nova, em outras vezes uma poesia, mas lembro-me que sentado na praça, 

ou em um banco da cidade de Tavira vendo o rio correr e as pessoas passearem, foi bom ter 

momentos de reflexão tocando como se não houvesse amanhã...ou em um banco em frente a Ria na 

cidade de Olhão...as gaivotas vão e o entardecer ao lado do mercado a música se fez ouvida.

Ok, quando chego a minha casa, olho o tempo aberto, sento-me na frente de casa no Rio de Janeiro, 
onde não é comum tocar música na rua, saio com o velho violão debaixo do braço 

e em um bate papo com o amigo conversando e entre uma prosa e outra, ele toca sua flauta e eu o acompanho com o violão... 

da até pra imaginar isto em frente a praia, mas não foi, nem na zona sul!

 E o assalto?, e o roubo?... é minha cidade está sendo roubada a muito tempo, mas nos permitimos por alguns minutos doar pelo simples bel prazer,

aquilo que nos paga, uma apresentação, para que o mundo de alguém naquele momento pudesse ser cheio de significado.


 Uma proposta de formação de platéia


Cabe o artista a provocar a platéia, mas entendo que é o ganha pão!

Gosto muito do artista de rua, é democrático, quem quiser pagar pague, mas mesmo assim teu dia terá um pedacinho dele, esta doação voluntária fará teu dia melhor...

toda vez que tenho oportunidade eu contribuo, e olha apesar de nunca ter tocado desta forma na rua, entendo que o que faz preenche a vida de alguém e não importa.

Quando se pretende formar platéia a proposta que mais ouço é precisamos cobrar nem que seja 1 Real (ponha aqui tua moeda, Dollar, Euro, Peso) 

uma coisa eu penso, porque já não se tem tantas pessoas que gostam da arte? 

Porque já não tocamos a emoção de ninguém e pra tocar queremos ser pagos pra isto...

Gostaria de dialogar isto, será que não precisamos investir pelo menos uma vez por semana em algo que seja em prol aos outros? 

E talvez daí possa se ter resultados de médio e longo prazo, ok é investimento e não gasto, 

Investir significa que terei isto de volta em algum momento, gasto é entender que é o meu ganha pão e não darei pra ninguém e pronto! 

Gosto do argumento da comparação com outras profissões dizendo que ninguém doa seu trabalho!

Investir no relacionamento com público


E se enriquecermos nossa sociedade com arte em todo canto,

sem precisar de esperar com que um salvador da caneta dourada assine um incentivo para que possa receber, 

e ao invés de receber ao curto prazo nisto, apenas assumamos um compromisso de tocarmos em um lar de idosos, ou mesmo orfanato ou alguma causa social?

Este tipo de investimento se fosse feito no passado, não haveria quem iria reclamar sobre o incentivo fiscal para cultura, pois o entendimento do fato seria,

isto faz parte de mim, de minha cultura, precisamos disto... mas, se continuar do jeito que está, penso que o resultado será o mesmo, 

esperando fazer platéia, montar platéia, fazer público apenas com  público pagando... 

no fim o público vai pode pensar da seguinte forma, o governo precisa investir dinheiro em outra coisa, afinal investiu em hiphop e eu gosto de rock, 

gastou dinheiro atoa gosto de arte contemporânea e impuseram barroco goela abaixo...

Mas entre nós, e se ela pudesse ouvir hiphop gratuitamente? 

E se ela pudesse ter acesso não porque o governo providenciou, mas porque o artista entende que é uma contribuição semanal ou mensal que ele dá por livre espontânea vontade e investimento? 

E se... O  “Se” sempre condicional, nos aumenta possibilidade, tanto do erro como do acerto, o problema é não dá a margem para sonhar... 

é por isto que as vezes paro ensaio no meio da rua, ou toco apenas por tocar, tempo sobrando? 

Nada,... estou apenas semeando no coração das pessoas, um dia alguém colhe, e olha que já ando colhendo muita coisa que não plantei... é a vida que segue!



E você o que acha disto tudo?  Será um prazer te ouvir

Inté e inté
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